Especialista em Alergia e Imunologia
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Imunodeficiências Primárias

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Especialista em Alergia e Imunologia - RQE 54058
Pediatra - RQE 54058

O QUE É ALERGIA A PROTEÍNA DO LEITE DE VACA (APLV)
São as reações adversas causadas pelo contato e/ou ingestão do leite de vaca mediadas pelo sistema imune. Todas as outras reações, que não envolvem o sistema imune, não são consideradas como alérgicas.
A alergia a proteína do leite de vaca ainda pode ser dividida em IgE-mediada ou não-IgE-mediada.
FATORES DE RISCO PARA A ALERGIA A PROTEÍNA DO LEITE DE VACA
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EM QUE IDADE PODE COMEÇAR A ALERGIA A PROTEÍNA DO LEITE DE VACA?
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QUANTO LEITE É PRECISO PARA APRESENTAR OS SINTOMAS DE APLV?
A exposição que vai levar aos sintomas pode variar de indivíduo para indivíduo.
Os mais sensíveis pode apresentar reações já com o vapor da fervura do leite presente naquele ambiente, sem sequer ter contato direto.
Os menos sensíveis podem vir a precisar ingerir certa quantidade para ter os mesmos sintomas, ou sintomas mais leves.
QUAIS SÃO OS TIPOS DE ALERGIA AO LEITE DE VACA?
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O QUE É IgE
IgE é um subtipo de anticorpo que está fortemente relacionado com as reações alérgicas e, como todo anticorpo, ele é sempre específico a alguma coisa, neste caso a um alérgeno: a proteína do leite de vaca.
SINTOMAS DA APLV IgE-MEDIADA
O IgE específico a proteína do leite de vaca está relacionado com o desencadeamento de reações alérgicas do tipo imediata. Isso significa que os sintomas irão surgir na 1ª hora após a exposição.
SINTOMAS
Seus sintomas podem ser muito variados tanto na apresentação quanto na gravidade. Isso significa que pode ser somente uma vermelhidão no local em que houve o contato com o alimento até uma reação grave (anafilática) que coloque a pessoa em risco de vida.
As reações alérgicas alimentares, assim como em todas as alergias, também podem ser dividida em imediata, que ocorre na primeira hora após o contato, ou tardia que pode ocorrer desde horas até dias após a exposição.
Geralmente as reações imediatas são as mais conhecidas, o principal exemplo são as urticárias que podem, ou não, estar associadas ao edema de mucosas (angioedema).
Entre as reações tardias, a mais conhecida é enterocolite pela alergia a proteína do leite de vaca em que ocorre a presença de sangue nas fezes.
QUEM PODE TER ALERGIA ALIMENTAR?
A incidência de alergia alimentar está aumentando em todo o mundo com números que variam de acordo com a região estudada, provavelmente pelas diferentes culturas, perfil etário da população e pelo clima local.
É mais comum em crianças do que adultos. Estima-se que ocorra em 6% das crianças menores de 3 anos de idade e em 3,6% da população adulta.
O risco de desenvolver alergia a determinado alimento depende da epigenética do indivíduo.
DIAGNÓSTICO DA ALERGIA ALIMENTAR
A maior parte dos casos tem a história clínica como a principal ferramenta para o diagnóstico, mas para a confirmação é possível a realização de testes alérgicos, mas ainda não existem testes padronizados para todos os alimentos. Ou ainda é possível realizar provocação com o alimento suspeito.
A técnica para a confirmação do diagnóstico depende da reação apresentada e do alimento suspeito. Converse com um especialista.
TRATAMENTO
Ainda não existe uma cura para a alergia, sendo o foco principal do tratamento a exclusão do alimento que desencadeia as reações. O rigor com que o indivíduo necessita ter com essa exclusão pode variar conforme a tolerância de seu sistema imune.
Toda dieta de exclusão deve ser acompanhada por um especialista (se você já tem seu acompanhamento, veja aqui dicas para a dieta de exclusão pela nutricionista Raquel Bicudo) para evitar prejuízos do desenvolvimento, ganho de peso e do crescimento em crianças, a falta de nutrientes específicos, ou até mesmo, em casos graves, anemias.
Para algumas alergias a alimentos, em casos muito específicos, pode ser proposto a indução da tolerância. Porém é um método de alto risco e que deve ser minuciosamente estudado e discutido entre o médico e seu paciente.
Testes:
- Teste para avaliação do Controle da Asma
- Questionário para Avaliação do Controle da Asma em Crianças ≤ 5 anos

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